Frágil, Flamengo sofre por cima e por baixo e perde a primeira com Rueda

Na Vila Belmiro, o Santos fazia o segundo gol sobre o Corinthians na mesma hora em que Reinaldo Rueda liberava a escalação do Flamengo cheia de novidades. A derrota para o Botafogo, dois gols de Roger, encerrou série invicta de oito jogos contra o rival e, mais que isso, deixou o Rubro-Negro longe do pelotão da frente. Segue a 15 pontos do líder, a oito do Grêmio, a seis do Peixe e a dois do Palmeiras, os primeiros colocados do Brasileiro.

Nesta segunda-feira, o Rubro-Negro viaja para Chapecó para disputar a primeira partida das oitavas de final da Sul-Americana, contra a Chapecoense, na próxima quarta. A prioridade a esta competição pode explicar tantas mexidas. Rueda teve Rhodolfo e Rafael Vaz na zaga, Trauco na lateral, Rômulo no meio de campo, além de Éverton Ribeiro, Matheus Savio e Geuvânio na frente.

Foram poucas jogadas de perigo no primeiro tempo, como virou um pouco o tom desses duelos contra o Alvinegro. Mais próximo de um 4-4-2, com Éverton Ribeiro e Guerrero na frente, o Flamengo marcava forte no meio de campo – e conseguiu roubar algumas bolas desta maneira -, mas era vulnerável em contra-ataques e em jogadas rápidas do adversário pela ponta.




Fragilidade rubro-negra

Os gols alvinegros saíram no segundo tempo e resumem bem as falhas do Flamengo. Primeiro, Igor Rabello, de 1,91m, disputou e, claro, ganhou pelo alto de Cuéllar, de 1,76m, para Roger marcar no rebote – o atacante alvinegro já perdera chance incrível na primeira etapa em grande defesa de Diego Alves.

Antes de marcar o segundo – em bela jogada do time de Jair, mas em lance que surgiu após passe longo de Matheus Savio, uma das novidades da noite de Rueda -, Roger ainda perdera outra chance dentro da área do Flamengo. O Alvinegro foi tocando pelo meio até Trauco ser envolvido por Valencia e Bruno Silva. Desta vez, o peruano não teve culpa no gol pelo seu setor. Eram dois alvinegros contra ele, sozinho.

O pouco que se viu de positivo no Flamengo veio numa roubada de bola no meio de campo e bela arrancada de Éverton Ribeiro. Após sofrer falta, Guerrero, de volta ao time depois da suspensão no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, bateu colocado, no ângulo. Gatito defendeu de maneira espetacular.

Depois de levar o primeiro gol, Rueda lançou Berrío, Willian Arão e Everton, mas quase não teve efeito. O Botafogo era perigoso no contra-ataque e esteve mais perto de marcar o terceiro gol do que o Rubro-Negro de descontar no placar.

As notas do Flamengo:

Diego Alves – 6,5
Rodinei – 5,0
Rhodolfo – 5,0
Rafael Vaz – 4,5
Trauco – 5,0
Cuéllar – 5,0
Rômulo – 4,5
(Willian Arão – 5,0)
Éverton Ribeiro – 5,5
Geuvânio – 4,5
(Berrío – 5,0)
Matheus Savio – 4,5
(Everton – 5,0)
Guerrero – 5,0

Fonte: globoesporte.globo.com
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